Igreja do Nazareno em Amparo
A Igreja do Nazareno em Amparo é uma comunidade cristã evangélica dedicada ao ensino da Palavra, à comunhão e ao serviço à cidade.
Nosso propósito é acolher famílias, fortalecer a fé e promover ações que refletem o amor de Cristo na comunidade local.
Participe de nossos cultos e programações — estamos de portas abertas para receber você e sua família.
Em Mateus 20:1–16, Jesus conta a parábola do dono de uma vinha que sai repetidas vezes ao longo do dia para contratar trabalhadores. Alguns começam a trabalhar logo cedo, outros no meio do dia, e outros apenas na última hora. Ao final da jornada, o dono da vinha manda pagar todos os trabalhadores, começando pelos últimos. Surpreendentemente, todos recebem o mesmo salário.
Quando os que trabalharam o dia inteiro veem isso, passam a reclamar, achando injusto receberem o mesmo valor que aqueles que trabalharam menos. O dono da vinha, porém, responde que não foi injusto, pois pagou exatamente o que havia combinado. Ele afirma que tem o direito de ser generoso e conclui dizendo que, no Reino de Deus, os últimos serão primeiros, e os primeiros, últimos.
Essa parábola revela a natureza da graça de Deus. No Reino dos céus, a recompensa não é baseada no tempo de serviço, esforço humano ou posição, mas na bondade e soberania do Senhor. O salário representa a graça, a salvação e a participação no Reino, algo que ninguém merece por completo.
Os trabalhadores da primeira hora se consideram mais merecedores. Já os da última hora, rejeitados, muitas vezes marcados por falhas, atrasos ou histórias difíceis recebem mais que um salário, recebem generosidade e justiça. A reação de indignação mostra como o coração humano facilmente cai na comparação.
Jesus ensina que a justiça de Deus não é injustiça, e Sua generosidade não diminui ninguém. O problema não está no pagamento igual, mas no coração que se entristece com a graça concedida ao outro. A parábola confronta o orgulho espiritual e nos lembra que tudo o que temos vem da misericórdia de Deus.
Esse texto nos convida a refletir sobre nossa motivação ao servir a Deus. Estamos trabalhando na “vinha” por amor e gratidão ou esperando reconhecimento e vantagem? Como reagimos quando vemos Deus agir com graça na vida de outras pessoas?
A parábola nos chama a abandonar a comparação, a inveja e o sentimento de merecimento. Servir a Deus deve ser uma resposta ao Seu amor, não uma negociação. Quando entendemos a graça, passamos a celebrar o bem que Deus faz aos outros.
“Senhor Deus, ajuda-me a compreender a Tua graça e a viver livre da comparação e do orgulho. Ensina-me a servir com um coração grato, confiando na Tua justiça e alegrando-me com o bem que fazes na vida dos outros. Que eu trabalhe na Tua vinha por amor e fidelidade. Amém.”
"Quem dizes que eu sou?" - 29/01/2026
Ao chegar à região de Cesareia de Filipe, Jesus perguntou aos seus discípulos quem as pessoas diziam que Ele era. As respostas variaram, mostrando diferentes opiniões. Então Jesus fez a pergunta mais importante: “E vós, quem dizeis que eu sou?” Pedro respondeu: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo.”
Nesse texto, Jesus conduz os discípulos do nível da opinião para o nível da convicção pessoal. Muitos reconheciam Jesus como alguém importante, um profeta ou mestre, mas não compreendiam plenamente Sua identidade.
A confissão de Pedro não nasce de uma análise humana, mas de revelação espiritual. Ele reconhece Jesus como o Cristo, o Messias prometido, o Filho do Deus vivo. Essa declaração marca um divisor de águas na fé dos discípulos e revela que conhecer Jesus vai além de informações; envolve relacionamento e revelação.
A pergunta de Jesus continua atual: “Quem dizes que Eu sou?”
Nossa resposta define nossa fé, nossas escolhas e a maneira como vivemos. Não é suficiente repetir o que outros dizem sobre Cristo; precisamos ter uma convicção pessoal e viva sobre quem Ele é em nossa vida.
Reconhecer Jesus como o Cristo implica segui-Lo com obediência, confiar em Sua autoridade e viver de acordo com Sua vontade.
“Senhor Jesus, ajuda-me a não viver apenas de opiniões ou tradições, mas de uma fé verdadeira e pessoal em Ti. Abre meus olhos para reconhecer quem Tu és e fortalece minha caminhada contigo todos os dias. Amém.”
Transformados - 25/01/2026
O capítulo 12 da carta aos Romanos marca uma mudança importante no ensino do apóstolo Paulo. Depois de explicar a graça, a salvação e a misericórdia de Deus, ele mostra como essa fé deve ser vivida na prática.
Romanos 12 nos ensina que o evangelho transforma não apenas o destino eterno, mas também o modo de viver todos os dias.
Paulo começa convidando os cristãos a se apresentarem a Deus como sacrifício vivo. Isso significa uma vida entregue, consagrada e disponível para a vontade do Senhor. A verdadeira adoração não se limita a palavras ou momentos específicos, mas se expressa em uma vida obediente.
Em seguida, o texto nos chama a não nos conformarmos com este mundo, mas a sermos transformados pela renovação da mente. A mudança começa de dentro para fora. Quando nossa mente é renovada pela Palavra, passamos a discernir a vontade de Deus, que é boa, agradável e perfeita.
Romanos 12 também destaca a importância da humildade e da unidade no corpo de Cristo. Cada pessoa recebeu dons diferentes, e todos são necessários. Não há espaço para orgulho ou comparação. Somos um só corpo, chamados a servir uns aos outros com amor e dedicação.
O capítulo segue mostrando como deve ser o relacionamento cristão no dia-a-dia: amor sincero, serviço com alegria, perseverança na oração, paciência nas tribulações e generosidade com os necessitados. Paulo ensina que o amor cristão não é apenas sentimento, mas atitude.
Por fim, Romanos 12 nos desafia a responder ao mal com o bem. Em vez de vingança, somos chamados à paz, ao perdão e à confiança na justiça de Deus. Essa postura revela um coração transformado pelo evangelho.
Romanos 12 nos lembra que uma fé verdadeira se manifesta em uma vida transformada, que glorifica a Deus em pensamentos, atitudes e relacionamentos.
Tenho apresentado minha vida a Deus como um sacrifício vivo, em obediência e entrega diária?
Em quais áreas preciso permitir que Deus renove minha mente?
Tenho usado meus dons para servir o corpo de Cristo com humildade e amor?
Minhas atitudes refletem o amor sincero que Paulo descreve neste capítulo?
Eu sou a videira verdadeira - 19/01/2026
No capítulo 15 do Evangelho de João, Jesus se apresenta como a videira verdadeira, revelando uma verdade central da vida cristã: só existe frutificação real quando permanecemos ligados a Ele. A imagem da videira e dos ramos mostra que nossa força, crescimento e propósito não vêm de nós mesmos, mas da comunhão contínua com Cristo.
Ao longo do texto, podemos identificar quatro tipos de ramos, que representam diferentes estágios da caminhada espiritual.
1. O ramo que não produz fruto, mas é levantado por Deus
Jesus fala do ramo que não produz fruto, mas que o Pai levanta. A ideia não é abandono imediato, mas cuidado. Esse ramo representa pessoas que estão ligadas à videira, mas enfraquecidas, caídas ou feridas. Deus, em Sua graça, as levanta, restaura e dá nova oportunidade para que voltem a frutificar.
Esse estágio nos lembra que o Senhor não desiste facilmente. Ele age com misericórdia, oferecendo tempo, cuidado e direção para que a vida volte a produzir.
2. O ramo que produz pouco e precisa ser podado
Há ramos que já produzem fruto, mas ainda de forma limitada. Para esses, o Pai realiza a poda. A poda dói, mas é necessária. Ela remove excessos, distrações e atitudes que impedem um crescimento maior.
Esse ramo nos ensina que produzir pouco não é o fim do processo. Deus trabalha em nós para que aprendamos a dar mais fruto, com maturidade e profundidade espiritual.
3. O ramo que produz mais, mas não pode se acomodar
Alguns ramos já produzem mais fruto, porém correm o risco de se acomodar. Jesus deixa claro que a vida cristã não permite estagnação. Produzir hoje não garante fidelidade amanhã.
Esse estágio nos chama à vigilância espiritual. Permanecer em Cristo exige constância, humildade e dependência diária, para que o crescimento continue.
4. O ramo que produz muito e permanece para servir
O ramo que produz muito fruto é aquele que permanece firmemente na videira. Ele entende que não vive para si mesmo, mas para glorificar a Deus e servir ao próximo. Sua frutificação abençoa outros, fortalece a comunidade e revela o caráter de Cristo.
Esse ramo nos lembra que maturidade espiritual não é status, mas responsabilidade. Quanto mais fruto produzimos, maior deve ser nosso compromisso com o amor, o serviço e a obediência.
João 15 nos ensina que a pergunta principal não é quanto produzimos, mas onde estamos ligados. A verdadeira frutificação nasce da permanência em Cristo. Cada ramo está em um processo, e Deus trabalha em todos com graça, verdade e propósito.
Permanecer na videira é viver uma fé viva, que cresce, amadurece e se transforma em bênção para muitos.
Que tipo de ramo tenho sido?
Tempo de Recomeçar - 15/01/2026
O capítulo 3 de Esdras relata um momento decisivo na restauração de Jerusalém após o exílio babilônico. Antes de qualquer estrutura física completa, Deus conduz o povo a restaurar aquilo que é essencial: a comunhão, a adoração e o fundamento. Era um tempo de "recomeçar".
O povo estava fisicamente desgastado, moralmente abalado e espiritualmente enfraquecido.
1. A unidade do povo em Jerusalém
O texto destaca que o povo se reuniu “como um só homem” em Jerusalém. Mesmo após anos de exílio, diferenças e perdas, eles se unem com um propósito comum. A restauração começa quando caminhamos juntos, alinhado em coração, fé e obediência.
A unidade não foi apenas organizacional, mas espiritual. Todos entenderam que a obra não era individual, mas coletiva. Onde há unidade, Deus estabelece fundamento para a reconstrução.
“Então se ajuntou todo o povo, como um só homem, em Jerusalém.” (Esdras 3:1)
2. O altar restaurado antes do templo
Antes de erguerem o templo, o povo reconstrói o altar do Senhor. Isso revela uma prioridade espiritual clara: a adoração vem antes da estrutura, da construção. Mesmo cercados por medo e insegurança, eles escolhem colocar Deus no centro.
Não espere tudo ficar pronto para adorar.
Não espere pelo "tempo certo" para adorar.
Não espere o melhor momento para adorar.
O altar representa comunhão, arrependimento, entrega e dependência. O povo entende que não adiantava reconstruir paredes sem restaurar o relacionamento com Deus. A restauração espiritual precede a restauração visível.
“E edificaram o altar do Deus de Israel, para oferecerem holocaustos.” (Esdras 3:2)
3. A alegria ao lançar os alicerces
Quando os fundamentos do templo são lançados, o povo reage com louvor, gritos e grande alegria. O som era tão intenso que podia ser ouvido de longe. Alguns choravam ao lembrar do antigo templo, outros celebravam o novo começo, mas todos reconheciam que Deus estava agindo.
Essa mistura de lágrimas e alegria mostra que a restauração não apaga o passado, mas aponta para o futuro. Ver os alicerces prontos era sinal de esperança renovada.
“E o povo jubilava com grandes gritos de alegria, de maneira que as vozes se ouviam de longe.” (Esdras 3:13)
Esdras 3 nos ensina que a verdadeira restauração acontece quando:
O povo caminha em unidade
A adoração vem antes das estruturas
Há alegria e esperança mesmo em meio às lembranças do passado
Deus honra um povo que se une, prioriza Sua presença e celebra cada passo da obra, mesmo quando ela ainda está em seus fundamentos.
Tenho buscado caminhar em unidade com o povo de Deus ou permitido divisões e resistências no meu coração?
A adoração ao Senhor tem sido prioridade na minha vida, antes de projetos e planos pessoais?
Tenho reconhecido e celebrado os pequenos começos que Deus está realizando, mesmo quando a obra ainda não está completa?
“Senhor Deus, ajuda-me a viver em unidade com o Teu povo. Ensina-me a colocar a adoração no centro da minha vida, antes de qualquer realização pessoal. Dá-me um coração sensível para reconhecer e celebrar cada passo da Tua obra, confiando que Tu és fiel para completar aquilo que começaste. Em nome de Jesus, amém.”
Eu sou o caminho, a verdade e a vida - 11/01/2026
Em João 14:6, Jesus faz uma das declarações mais profundas da fé cristã: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.” Essas palavras foram ditas em um momento de angústia dos discípulos, quando o medo e a incerteza tomavam conta de seus corações. Os últimos momentos de Jesus já se aproximava e, agora, o traidor já estava revelado, causando ainda mais medo nos discipulos.
Jesus, então, revela que a resposta para a inquietação humana não está em sistemas religiosos, métodos ou esforços pessoais, mas em um relacionamento vivo com Ele.
Jesus é o Caminho, porque somente por meio d’Ele temos acesso ao Pai. O pecado separou o homem de Deus, mas Cristo veio para restaurar esse relacionamento. Seguir Jesus significa caminhar diariamente sob Sua direção, confiando que Ele conduz cada passo. Ainda que caminhos nem sempre sejam fáceis, caminhar em Cristo nos garante vitória.
Jesus é a Verdade, pois Nele encontramos a revelação completa de Deus. Em um mundo marcado por relativismo e confusão espiritual, a verdade de Cristo permanece imutável. Essa verdade não apenas informa, mas transforma, confronta o pecado, liberta o coração e conduz à santidade.
Jesus é a Vida, porque fora d’Ele não existe vida verdadeira. Cristo não oferece apenas uma melhora na existência humana, mas uma nova vida, abundante e eterna. Nele há esperança para o presente e segurança para a eternidade.
Este versículo nos convida a mais do que conhecimento intelectual. Ele nos chama a uma decisão diária: caminhar com Jesus, viver segundo Sua verdade e experimentar a vida que somente Ele pode oferecer.
Tenho caminhado com Jesus ou apenas conheço sobre Ele?
Minhas escolhas refletem a verdade que Cristo ensinou?
Estou vivendo a vida abundante que Jesus prometeu?
“Senhor Jesus, reconheço que Tu és o meu caminho, a minha verdade e a minha vida. Guia meus passos, alinha meu coração à Tua verdade e renova minha vida todos os dias. Quero viver para a glória do Teu nome. Amém."
Somos uma "carta viva" de Deus - 08/01/2026
Saulo era conhecido por perseguir os cristãos. Ele acreditava estar fazendo a coisa certa, mas estava longe do propósito de Deus. No caminho para Damasco, tudo muda quando Jesus fala com ele. Aquele encontro transforma completamente sua vida.
Após esse momento, Saulo fica cego por alguns dias. Ele precisa parar, refletir e reconhecer sua dependência de Deus. Enquanto isso, o Senhor fala com Ananias, um discípulo comum e muito temente e obediente a Deus, e o envia até Saulo. Mesmo com medo, Ananias obedece. Sua atitude mostra fé antes mesmo de qualquer palavra.
Quando Saulo recupera a visão, é batizado e começa uma nova caminhada. As pessoas ficam surpresas, não só pelo que ele dizia, mas pela mudança visível em sua vida. Suas ações passaram a confirmar sua fé.
Esse capítulo nos ensina que nossa vida fala. Somos como uma carta viva escrita por Deus, que as pessoas leem todos os dias. Antes de ouvirem o que dizemos, elas observam como agimos, como tratamos os outros e como reagimos às dificuldades.
Nossa fé se torna real quando é vista em atitudes simples: obediência, amor, humildade e perdão. Assim como aconteceu com Saulo, Deus usa vidas transformadas para alcançar outras pessoas.
Reflexão:
O que as pessoas têm visto em você?
Sua vida tem revelado o amor de Cristo antes mesmo das palavras?
Oração:
“Senhor, transforma meu coração e minhas atitudes. Que minha vida seja uma carta viva, mostrando o Teu amor a todos que me cercam. Amém.”
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